Vivo das palavras inconscientes, secretas e invisíveis. Louca por cada detalhe teu. Sou eu... Sou eu, em ti. E não me descreveria melhor.

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terça-feira, abril 3

Isto só por ti, e tu sabes disso.

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Tenho esperança que ainda me leias as lágrimas. Tenho esperança que um dia tudo volte e que vocês se toquem de novo. Porque metade de mim quer-te com ela. A outra devaneia a mente para aquilo que agora se tornou num impossível, mas também já foi mais fácil, um nós. Porque quero-te ver sorrir, numa metade ou outra. Apesar de achar que não estaria ao mesmo nível que ela perante a tua felicidade. Amo-te ainda mais. E as minhas palavras já bastaram numa imensidão de noites onde declarações não faltavam e o sono aterrorizava o cheiro dos meus sonhos. Continuo a mesma. Continuo com os mesmos pensamentos e sentidos. Tornarei-me naquela que tu conheceste. Isto só por ti. E tu sabes disso. Sabes que a ti daria o mundo e muito mais.

segunda-feira, abril 2

Estou aqui para cuidar de ti.

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Porque esta agonia de te querer ver bem está-me a gelar as noites e a torna-las sombrias. Porque, meu subido e grande amor, eu não te consigo ver em baixo. Tu sabes perfeitamente que farei dos meus possíveis e até os impossíveis para voltares a soltar um sorriso sincero. Porque, sinceramente, sem ti, nem sem as tuas gargalhadas do meu dia-a-dia, eu não consigo ser nada. Estou aqui para cuidar de ti. Não te esqueças. Serei sempre tua apesar de, como disse, nunca te ter pertencido.

quinta-feira, março 29

Os meus olhos mostram uma dor constante.

E nestes dias o meu corpo tem a agonia de se acomodar a este gelo na mente. Os meus olhos mostram uma dor constante para quem tenha o interesse de cruzar olhares com a minha pessoa. E tenho de te agradecer o tanto. O tanto que tens feito por mim. És um trengo. Espero que o meu bom espírito não congele. Não quero sentir quaisquer dor esta noite.

domingo, março 25

Mas não o é assim. É o invés.

E eu continuo aqui. A preocupar-me. A fazer um pouco mais para que o cansaço não me obrigue a desistir. Já o fiz umas quantas vezes, e perdi paraísos insubstituíveis. Pelo menos a minha mente estava virada para tais pensamentos. Mas perdi o que nunca valeria a pena. Nunca era algo que fosse alma merecida que corresse atrás e não me cansasse. Eu sei que vales a pena, já teria desistido se fosse realmente o contrário. Tu e eu sabemos. Ambos temos uma mísera noção que seriamos almas gémeas na imensidão do mundo. Seria perfeito das suas verdadeiras imperfeições. Mas não o é assim. É o invés. Contento-me só como meu corpo e alma, apesar de os ter entregue a ti.

sábado, março 24

Lutarei até ao fim, acredita!

Escrever-te torna-se tão repetitivo, também não achas? Mas eu não me importo com tal interrogação. E imploro-te que as coisas continuem pelo menos a correr como tem acontecido. Que não piorem. Então aí, eu nem levantar-me conseguiria. Só o teu sorriso faz-me despertar uma brisa nova e que me possa consolar. Como do costume, serei sempre tua, mesmo o meu corpo nunca te ter pertencido.

sexta-feira, março 23

Desejo-vos sorte. Eu estarei sempre aqui para te apoiar.

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Sei perfeitamente que encolher-me perante tal situação só me traria um ambiente maligno e poluído. Quero que ambos estejam bem, e espero que as coisas entre vocês corram na perfeição. Porque sei que gostas bastante dela, e vice-versa. Então aproveitem, e acomodem-se. Se estiverem bem, eu também estou, nem que seja uma misera parte de mim, mas estou. Sabes que gosto imenso de ti, e morreria se ficasses mal.

quarta-feira, março 21

Porra.

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Consigo escutar perfeitamente a minha desordenada respiração. Consigo e penso no instante em que o estou a fazer. Acalmo-me. Sigo uns curtos, mas demorados, passos e lavo a cara com água gelada. As lágrimas continuam a correr, são incontroláveis. Estás-me no sangue, nas veias e em tudo aquilo que me constrói. Tremo por todos os cantos. Mostro uns olhos cansados perante tal situação. Não me consigo aguentar.

terça-feira, março 20

Nada é impossível.

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Sinto que me perdi em ti. Pressinto que caí por completo e incorporei o meu corpo e a minha alma numas quantas lágrimas. E daí entreguei-me à tua alma. Entreguei-me a ti mesmo ser impossível alguma vez te pertencer. Porque acredita, eu tenho a certeza. Na realidade, nunca tive tanta certeza de algo. Não me vejo com mais ninguém senão a tua pessoa. Na minha mente é tão possível e tão real. Já na realidade... Bem, na realidade é algo que não é impossível, porque nada o é, mas já é quase lá que esse alcance se situa.

segunda-feira, março 19

Vem.

Vem salvar-me. Vem fazer-me sobrevivente a esta constante dor. Imploro-te. Porque eu já não sei o que é pegar numas abandonadas folhas brancas e não escrever para ti, ou acerca da tua alma. Já não sei como o fazer. Porque tu és a razão da minha escrita ser imensa em dias revoltosos. Vem resgatar-me deste quarto anónimo onde as nossas imagens vagueiam pelas paredes sujas de infâncias bem passadas. Onde eu passo os dias a pedir ao meu cansaço que me abandone. Lutei em imensidade. Lutei, e ainda era capaz de lutar mais. Aliás, é o que sempre fiz porque eu (eu, mais que toda a gente) sei que vales a pena por um longo caminho de aromas reconhecíveis . Quero voltar a ver os teus olhos a olharem-me como me sinto mais confortável.

domingo, março 18

Vivo com a alma e coração, não com a cabeça.

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Estou a ver novamente a saudade do teu imenso mundo lá fora. Saudades de mim, principalmente. Do teu aroma clandestino. Sei que não tenho razões para tal e também já estive bastante pior no que impõe a nós, e a tudo que nós iriamos compor. Mas tem sido diferente. Mesmo eu passando o maior tempo do mundo contigo. Mesmo sendo todos os dias e inesgotável. A tua forma recente não consegue ocupar o canto que sente a tua falta. Ou secalhar até consegue.. Consegue mas não por completo. Porque o que nós começamos não tem qualquer fim no meu pensamento. Na verdade não tem fim, porque também não teve começo na realidade. Serei sempre tua, apesar do meu corpo nunca se ter entregue ao teu por completo.

quarta-feira, março 14

Lembro-me como se fosse ontem.

Hoje lembrei o primeiro dia em que estivemos juntos distanciados do resto do mundo. Foi um impulso juntamente com um flash back. Lembro-me tão bem. Lembro-me como se fosse ontem. Não queríamos seguir o caminho de volta para casa naquele dia. Hoje é mais fácil para ti fazê-lo, correcto? Amo-te. E não me esqueci do quanto a nossa amizade importa a cima de tudo. Nem tu, penso e tenho dito.

terça-feira, março 13

Tu és tudo aquilo que ele não é, acredita.

  
É incrível o mero facto de te amar incondicionalmente sem conter uma resposta de volta. E tenho que te agradecer outro facto. O facto de mesmo sabendo que eu estou neste estado desgastante tu queres que me abra. Não te afastas. Preferes que explique tudo bem explicito. É uma das qualidades que mais me agrada em ti, é teres medo de me deixares como ele deixou.

segunda-feira, março 12

Não te irei amar com dor. Irei fazê-lo com um orgulho imenso da tua pessoa.


Recordo-me de tudo como se fosse ontem. É exactamente esse o maior dos problemas. É querer lembrar-me da tua doce voz. Sei que a ouço dia após dia e manhã após manhã. Mas é completamente diferente o que ela me transmite. Eu sei disso. Tu também o sabes. E agora que também te passa pela cabeça tudo o que no meu caminho amargurou, fico aqui. Fico aqui a lutar por ti e a amar-te incondicionalmente.

domingo, março 11

Serei sempre tua.

Agora aquilo a que muitos chamam de líquidas fontes, que escorrem pelos diamantes, eu dou o nome de algo que já nem eu consigo descrever e controlar. E és tu o mágico que as atormenta, que as ordena para caírem descontroladamente. Mesmo um lenço encharcado de mágoas passadas já forte de compra, mesmo ele, não consegue limpar o que nós deixamos por realizar. Não consegue deixar o meu rosto limpo e quente. Não o sabe fazer pelo simples facto de que nunca foi assim tão duro no que toca à minha pessoa. Nunca doeu tanto, nem nunca tive uma vontade tão grande e agoniante de lutar. Mas tudo está perdido, eu sei. Tudo está perdido desde a hora em que tu e ela falaram mais do que estava programado no destino, desde o minuto em que se aproximaram mais do que era devido. Eu poderia ter feito mais e juntar-me à tua pessoa, também é verdade. Mas não o fiz. Não o fiz por medo e por achar que não seria a forma mais correcta de um futuro bondoso e certo. Não sou nada nem ninguém para agora me meter entre duas almas apaixonadas mas a quilómetros de distância. Mas vou-te dizer algo que talvez há um ano atrás nunca diria a ninguém apesar de saber que não lerás tais palavras. Amem-se. Amem-se como se não houvesse amanhã. E a distância não é nada perante o que sentem um pelo outro. É só mais uma prova que quando estiverem juntos o alívio será tão grande que nem pensarão no momento que estiverem distantes novamente. No que toca a mim, depois de tantas lágrimas, continuarei a lutar por ti. De uma forma diferente mas continuarei. É a tua amizade que tem de permanecer em mim. E ao fazer irei remendar todas as feridas que se abriram a meio do nosso caminho. Quando estiverem bem fechadas irei repetir ao espelho o quanto te amo. Suspirar. E pedir ao mundo que tudo corra bem do meu lado. Que dor cá dentro, que imensa confusão no meu cérebro. A única certeza que me possui é o que corre o meu estômago quando te aproximas. É tão doce por seres tu tão simples, e ao mesmo tempo tão duro pela impossibilidade de me pertenceres. Mais explicitamente, aquilo a que muitos veem como lágrimas dou o nome de apenas água pura cheia de sentimentos que percorreu vastas marés e agora é impossível de controlar. Porque no final das contas serei sempre tua, apesar de nunca te ter pertencido.

sábado, março 10

Olhei-te como se fosses perfeito por completo. O que o és.

Sei perfeitamente que se escrever para ti, o que faço todos os dias, escreverei exatamente a mesma coisa, falarei sempre do mesmo conteúdo talvez com outras palavras e bastantes vezes com as mesmas. Hoje estava um dia extremamente quente, o que me agradou e talvez tenha valido mais a pena do que se tivesse ficado no meu refugio a lembrar-me de ti. Hoje estive contigo, pela milésima vez. Estivemos todos juntos, o que foi incrivelmente agradável. Foi completamente distanciado a um dia da semana normal em que só te vejo meia hora e depois foges-me entre os dedos. Foi diferente e deu para pensar bastaste. Porque tu para mim passas muito para além de um simples trengo que passa pela minha pessoa na estrada. Um dia esta dor inevitável de futuramente não me pertenceres desaparecerá. E quando esse dia chegar eu terei tanto que te dizer e agradecer. Porque apesar desta porcaria toda não deixaste de fazer com que o meu sorriso permanecesse e fizeste para que nunca me fosse a baixo. Hoje vi-te de uma maneira bastante diferente. Olhei-te como se fosses completamente perfeito. O que, na verdade, o és.

sexta-feira, março 9

Diferença

(Mês passado - chamada de voz)
- Vou dormir.
Está bem, então.
- Até amanhã, beijo. Amo-te.
Dorme bem, também te amo.
(Ontem)
- Vou dormir.
Hum, vai lá. Até amanhã.
- Até amanhã, beijo.

Reparas bem na diferença? Porque não te amarei para sempre. Mas o que sinto durará até ao fim, isso é uma certeza que desde já te prometo. Porque ninguém te ama como eu, Fabrizio. És o meu porto de abrigo, e ao o seres é criada uma dor constante que me corre o corpo todo dia-a-dia. Mas obrigada por continuares todos os dias comigo. Porque sinceramente acho que estaria bastante pior sem ti na minha rotina.

domingo, março 4

Éramos eu e tu. Agora somos tu e eu.

"Até quanto tempo?". Agora invertemos papéis e eu pergunto isso a ti, pode ser?
É incrível, és incrível. És-lo da forma mais óbvia possível. E nunca irás ter uma noção completamente certa do quanto dói. Nunca terás porque tens sempre outras direcções para seguir como alternativa, e outros objectivos para ocupar a tua cabeça.
Porque, boa Manuela, és tão espera. Que esperta então.

sábado, março 3

Porra.

Dói tanto, mas tanto. Dói mais que bastante. E tenta lá saber o quanto. Quer dizer... Nem tentes. Não quero que te passe por essa tua cabeça. Vem. Imploro-te. Não corras daqui a uns meses. Estou a cair naquele precipício onde me deixaste. Lembra-te da primeira vez que estivemos juntos, como mudou para agora. Não nos tornes em nada, porque sinceramente ultrapassas-me o tudo. É incrível o simples facto de eu passar horas a procurar algo de que não necessito, só por tua causa. Outro facto maravilhoso é que ela nem terá que lutar para te ter, ela não fará o que eu estou a fazer recentemente.

quarta-feira, fevereiro 29

Quatro pensamentos, quatro destinatários.

1 - Estou farta, sabes? Peço-te, deixa-me mudar as coisas.
2 - Obrigada. As melhoras, sim? Irei contigo para qualquer lugar. Perto ou longe daqui.
3 - Sê forte doida, sê forte que eu estarei aqui! Não te deixes ir a baixo, nunca.
4 - Amo-te, imploro-te que venhas o mais cedo possível, não estou a aguentar mais tempo sem ti. Foram demasiados anos.

terça-feira, fevereiro 28

2 # Carta para a tua paixão

Olá, meu doce. Bem, ou passaria esta carta à frente ou escreveria o que continha na alma em relação a ti, que neste momento está bastante conservado até! Tenho tanto mas tanto que te dizer, o problema é que as palavras fogem-me quando as arranco do pensamento. Tu, meu mais que tudo, aqueces-me num dia de chuva e refrescas-me quando o sol está bem lá no alto. Se relatar tudo aquilo que me vai na cabeça nunca mais sairia daqui, sabes? É claro que sabes. Tu tens, pelo menos, uma mera noção de tudo. Quer dizer, penso eu. Em falar em "pensar", eu relembro-me de ti a todas os segundos dos minutos (das horas) do meu dia. Sou completamente uma louca apaixonada por ti. Sou pelo simples facto de teres feito a minha cabeça dar uma volta enorme, enorme mesmo, sem me provocar enjoo algum. Pessoalmente, não acredito que alguém neste mundo se atreva a amar-te o quanto te amo. Simplesmente duvido que alguém sinta mais do que eu sinto, porque supera os horizontes, muito mais que isso. Que levante o dedo quem te amar completamente mais que eu o faço. Viste algo a vaguear? Não? Nem eu. E se ela levantar um dedo então eu levantarei a minha mão. Aí se ela repetir o meu pequeno gesto, eu supero-a, acredita. Eu levanto o braço até aos confins do mundo. Porque até podes ter um pouco de noção do que eu sinto neste preciso momento, mas eu tenho toda a certeza que talvez seja a única que nunca desistiu, talvez a única que tenha uma enorme vontade de lutar. Estou completamente sem forças e mesmo assim tenho uma agonia enorme cá dentro que só me permite chegar-me mais a ti. Esta carta está completamente sem sentido, mas é isso mesmo que nós somos: apenas uns simples pontos no mundo, sem sentido algum. Dois parvos aqui metidos, a dirigir caminhos e a não fazer os próprios deveres. E que mais me atrai nisso é tu seres tal e qual como eu. Um parvo, um estúpido, um tonto, um nabo, igualmente tudo num bom sentido, percebes? És como eu, algo que vagueia sem sentido, que provavelmente está a par de tudo e consegue mudar a sua direcção repentinamente sem avistar mais nada. Não te esqueças que tudo aquilo que gira à minha volta és tu, quem ronda no meu cérebro a toda a hora continuas a ser tu. Só não te deixes de relembrar que apesar que já não te falar dos meus sentimentos, não é a razão de já não o sentir. Muito pelo contrário, como sabes cresce sem paragens que às vezes até assusta. A único facto pelo qual eu já não falo de tal é porque não quero persistir em ti, sei que só me faria mal. Tanto a mim, como a ti, como à nossa relação. Acho que estamos bem assim, mas relembra-te que podes vir a correr sempre que te apetecer. Então aí... Aí ficaríamos não só bem, como perfeitamente excelentes.
Sempre tua,
um beijo, meu amor.