Vivo das palavras inconscientes, secretas e invisíveis. Louca por cada detalhe teu. Sou eu... Sou eu, em ti. E não me descreveria melhor.

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sábado, dezembro 1

Déjà vu

00:17
Despeço-me de ti, porque o cansaço já se apoderou de mim, igualmente como à um ano atrás. Como se nada tivesse acontecido. É como um déjà vu.

quinta-feira, novembro 29

Um dia chego-me a ti e digo-te sem esperança de resposta: Perdoa-me por ter sido eu.

quarta-feira, novembro 28

E quando as aulas se tornam chatas eu olho para o lado e ponho-me a observar-te. Queria ter tido a tua força. Desejava conter tanta vontade de ultrapassar as coisas, como tu tens.

sexta-feira, novembro 16

Hit the lights, lose yourself tonight

                Escrevi-te tanto e nem metade sou capaz de te mostrar… Tenho tanta coisa entalada e nem um quarto de palavras tenho a liberdade de as deixar ir embora.
            Um dia escrevo-te uma carta… Não de despedida porque cartas de despedida comigo não resultam e tal já foi provado tantas vezes. Bem, um dia escrevo-te uma. Deixo-a ir com as marés da praia onde mais frequento e espero que este sufoco me deixe. Mas sabes… Eu, por mais sufocada que estivesse, acho que nunca chegaria perto de ti e descreveria o que todas as cartas contêm. Nunca fez parte de mim, e acho que nunca fará.
                Deixar-me-ei de rodeios. Eu não deixei que o Sol brilhasse mais na nossa rua. E quando a chuva vem… Quando a chuva vem, é difícil trazer novamente um Sol reluzente. Porque o meu organismo e o meu corpo, talvez não sejam suficientemente fortes para tal. A nossa rua escureceu ao fim da tarde, e não há maneira para que o Sol renasça nela. I wish it was..

terça-feira, novembro 13

Segundos de reflexão

                Caminhava à minha frente, serenamente, – de manhã à frente, de tarde atrás – com as suas calças tom bege da carhartt e casaco escuro, ainda com um charme próprio no andar que, talvez mas só talvez, naquele momento só eu notara. O tempo estava relativamente bom, um pouco de frio, mas nada que me fosse preocupar naquele preciso momento para que tivesse de reparar de estava a chover ou não.
                Queria dizer-lhe o quanto esse charme criava uma arritmia dentro de mim… Queria dizer-lhe mas não o fiz, não fui capaz sequer. Minutos depois, dirige-se a mim e lança um sorriso que eu estava acostumada a compreender e adorar… Não compreendo o facto de tal já não acontecer, ou pelo menos tanto como antes. E entre esses pensamentos todos, diante da multidão à minha volta, perdi-me por segundos novamente naquele charme que só ele sabe definir.
                Talvez ainda não tenha pensado muito bem na forma como lhe mostrar de uma forma segura que escrevo não só por escrever… Mas nem isso lhe conto nem a teoria da minha escrita, porque sei que no minuto seguinte ele não pensaria novamente na nossa conversa.
                "The day I first met you, you told me you'd never fall in love. But now that I get you, I know fear is what it really was."

sábado, agosto 4

{E logo ali eu sei que, tudo o que eu te dou, tu me dás a mim}

   Querido João Pedro,
   Desde já adianto que, nestes dias devo ter dito “Isto não é o indesejado ponto final” mais vezes que tenho olhado o horizonte, porque na verdade, no que toca a mim, não desejo e imploro para que tal não se desenvolva.
   Outra coisa que devias saber é que os dias são áridos, sem comparação existente com outro par de horas no meu dia-a-dia. O cérebro dá meia dúzia de voltas e cria um vazio no meu estômago, vazio esse que ocupa a minha fome, ocupa a vontade de possuir quaisquer necessidade, senão a de te ver, te abraçar, te explicar o quanto a minha pulsação é extremamente diligente, incontável e descontrolada. Explicar o rumo que os meus olhos tomam sempre que sussurram ou soletram o teu nome. É asfixiante a maneira como o meu corpo se comporta com a tua ausência, ininteligível como este se sente desconfortável à dor que se espalha minuto a minuto, percorre as minhas veias, e sustenta-se da minha força guardada faz anos no coração. A minha mente obstina em relembrar-me o quanto esta dor pode ocupar os meus dias, o quanto é forte. Alimenta-se de tudo o que é meu, tudo em mim. E dessa mesmíssima e simples forma faz com que tenha poder de mandar em mim, o leve poder de me possuir da forma mais lenta e forte possível.
   Com isto tudo, com este simbólico pedido escasso de força, dou-te todo o meu amor que alguma vez cultivei. Dou-to. Fica com ele e decide o seu destino. A minha alma voará perante a tua pessoa e observará cada passo, cada suspiro que tu farás ou darás, mesmo acidentalmente. E eu permanecerei, aqui. Uma completa dependente das palavras, desesperada, não por ti. Mas sim pelo teu amor.
   Um beijo de quem te quer bem,
   Manuela.

sexta-feira, junho 29

Algum Sol no nosso interior

Uma vez sussurraram-me ao ouvido para não complicar aquilo que já nasce fácil, e cresce da mesma forma. Um vez ouvido, mil vezes relembrado. E olho a cima para que nem uma lágrima se desenrole perante o meu rosto. Pinta a minha manhã com cores, aleatoriamente. Deixa-me perder nos teus braços e eu farei com que não reste saudade. Faz com que me levante dos lençóis mal engomados e cria um sorriso em mim. Cada arrepio, cada arritmia. Anormal seria o meu acto de não insistir por mais.

quarta-feira, junho 27

E espero em contagem decrescente!

E a partir daquele segundo passei a sentir o que a distância conseguia fazer com a mente. A distância medida em imensos quilómetros e não em metros. Promete-me que voltas o mais rápido possível. E, desculpa o termo, que se foda tudo. E espero que Viseu não sejam tantos quilómetros quanto parecem. Espero que o tempo passe mais rápido do que aquilo que imagino. E até chegar ao tão esperado dia em que aparecerás à minha frente e eu com o tal vestido, direi que valeu a pena esperar tantas semanas, tantas horas. Já nem nexo tem a minha escrita, e até lá espero-te com a tua ausência. Espero que as coisas melhorem e que voltes a ficar a alguns metros de mim. Espero que nada mude, nem mesmo a distância em tempos. Fico à tua espera. E tento que o mundo não desmorone mais. Até dia 16, meu Sol. 

segunda-feira, junho 25

"This I love"

E é quando de repente a ansiedade, o stress, a depressão e tudo mais se apoderam do meu corpo. Numa noite diferente, numa tarde cansativa. E por mais que tenha de o fazer, não sei mais manter a calma perante nós. Quero-te aqui comigo. Imploro a tua presença...

quinta-feira, junho 21

1# A minha casa é o teu coração

Acho que chegou a devida altura em que escrevo infinitas palavras para ti. Com inspiração e uma melodia de fundo. Sempre fui assim, para ser verdadeira. Tanto que guardo em cada noite só para ti. Tanto que reservei em tal infinito passado. Acho que por ti, eu definitivamente largaria o mundo, correria atrás de ti. Não duvides o meu amor, porque neste momento ninguém te ama quanto eu, ninguém seria capaz de cometer uma loucura por ti, à excepção da minha pessoa. E sempre que te olho, crio um orgulho imenso, uma vontade agoniante de guardar e escrever cada segundo em que relatas o teu dia. E estou aqui para ti, para o tudo ou o nada, para te amar, apoiar. Até ao fim. I'm all about loving you.

terça-feira, junho 19

Parabéns a mim!

 
Era meia noite e só tu rondavas o meu pensamento. Era meia noite e pedi o meu desejo. Porque te amo, sempre e sem fim, todas as minhas implorações foram perante a tua alma. Espero que o dia me corra bem.

"Nós"

Antes de perceber, já apegada eu estava. Antes de querer, já um beijo teu eu tinha. E sem querer, já eu te amava fazia um longo tempo. Sem fins, paragens, pontos ou vírgulas. Só amor. O meu amor por ti.

sábado, junho 16

Hey, my love.

Apostei em ti, e em todo o amor que guardei para ti. Promete-me que vai correr tudo bem. Love you.

sábado, junho 9

E que seja melhor que antes. Que não traga mágoa nem saudade. Que ele fique. Que permaneça comigo o tempo necessário. Faz-me flutuar e não afundar. Faz-me cuidar e não largar. Faz-me ficar, e nunca ir.