Só fica
comigo… Não te peço, não te imploro, porque o que eu sinto por ti fá-lo por
mim. Não tenho inspiração, porra… Sabes que és o meu Sol.
quarta-feira, novembro 14
terça-feira, novembro 13
Segundos de reflexão
Caminhava
à minha frente, serenamente, – de manhã à frente, de tarde atrás – com as suas
calças tom bege da carhartt e casaco
escuro, ainda com um charme próprio no andar que, talvez mas só talvez, naquele
momento só eu notara. O tempo estava relativamente bom, um pouco de frio, mas nada que me fosse preocupar naquele preciso momento para que tivesse de reparar de estava a chover ou não.
Queria
dizer-lhe o quanto esse charme criava uma arritmia dentro de mim… Queria
dizer-lhe mas não o fiz, não fui capaz sequer. Minutos depois, dirige-se a mim e
lança um sorriso que eu estava acostumada a compreender e adorar… Não
compreendo o facto de tal já não acontecer, ou pelo menos tanto como antes. E
entre esses pensamentos todos, diante da multidão à minha volta, perdi-me por
segundos novamente naquele charme que só ele sabe definir.
Talvez
ainda não tenha pensado muito bem na forma como lhe mostrar de uma forma segura
que escrevo não só por escrever… Mas nem isso lhe conto nem a teoria da minha
escrita, porque sei que no minuto seguinte ele não pensaria novamente na nossa
conversa.
"The day I first met you, you told me you'd never fall in love. But now that I get you, I know fear is what it really was."
segunda-feira, novembro 12
Espero que alguém esteja a cuidar de ti...
Sabes
Avó… Acho que passado este ano e tanto ainda não me acostumaram a não poder
partilhar as minhas histórias contigo. Isso porque sou eu que me tenho de habituar
sozinha a tal mudança… Um ano e tanto… E parece que foi ontem que, eu dentro
dos lençóis, não conseguia dormir e fiquei no teu quarto, ainda com os teus
caprichos, até de manhã. Lamento-me, só e apenas, por isso. Por não ter ido uns
meses mais cedo para lá e ter ficado a noite toda a teu lado. Lamento que agora
nem saibas o quando queria que sentisses orgulho em mim, nem um pouco que seja.
Escrevo-te
com tanta vontade de te ir aí dizer isto e muito mais – onde quer que estejas –,
com vontade que não acaba, e lamentações de uma neta que admite a dor de não o
ter feito antes.
Amanhã
prolongarei mais a minha escrita dirigida a ti. Amanhã escrevo-te mais, porque
sabes que o farei…
Como eu
te queria aqui em casa para acalmares as coisas…
Just... Like crazy
Chegar-me
perto de ti e sentir a tua respiração perto de mim cria um prazer imenso em
ver-te e uma felicidade infinita, igual à que sinto quando a saudade do teu
beijo se instala no meu cérebro e, de rompante, é obrigada a ir embora.
Da tua
amada.
I love you, I need
you, like crazy.
domingo, novembro 11
Vai sempre haver uma luzinha
E é por
esta altura que eu prometo-te, garanto-te, que se o nosso amor algum dia acabar
eu seguro-me a tudo pelo qual me apaixonei. Por ti. Pela tua maneira de e fazeres
sorrir.
quinta-feira, novembro 8
You have to try...
"Vou caçar mais de um milhão de vagalumes por aí,
Pra te ver sorrir eu posso colorir o céu de outra cor"
Se dissesse que não te conheço bem, mentiria. Então digo apenas que sei bem do que precisas e sei do que sentes falta mesmo sem dizeres. Sabes que tudo o que faço é porque te quero ver bem. Sabes tão bem...
terça-feira, novembro 6
Refleti...
Eu, bem
lá no fundo à meses atrás – quase um ano –, queria dizer-te novamente o que
percorria todo o meu cérebro. Que sentimento lá predominada. Eu bem lá no fundo
estava quase para o fazer. Gostava de te ter escrito mais, gostava de te ter
dito certas coisas que guardei para mim… Podia mentir e escrever que foi o
orgulho que não deixou. Não… Não vou mentir, desta vez, nem outra vez. Não foi
orgulho, não foi falta de coragem, não foi medo. Foi só um obstáculo que se pôs
à minha frente e disse que não era o melhor – mas era – e não me deixou
fazê-lo. Lá no fundo, tanto tu como eu sabíamos, exactamente, o que se estava a
passar ali. Digo-te, com toda a sinceridade, que fui ingénua, incapaz,
inferior, por ter deixado com que alguém definisse o meu dia de hoje.
A essa
pessoa, não desejo nem o bem nem o mal, simplesmente não desejo nada. Já não
frequenta mais o canto onde guardo quem merece o melhor de mim. E,
estranhamente, tenho algo ainda por lhe agradecer… O facto de me ter impedido
de ficar contigo, não que fosse bom, mas agora não vou permitir que o faça
outra vez. Não comigo.
Estou
bem melhor agora, com ele, mas acho que te devia uma explicação… E tu sabias
disso, independentemente de não estares à espera dessa atitude, correcta, da
minha parte… E sinto-me mais leve por o ter feito.
Um
beijo grande,
A Manuela que tu conheceste.
Eu não sei parar. Eu não vou parar...
“I will never forget, I will never regret, I will live my life. No I'm not saying I'm sorry. One day maybe we'll meet again.”
E volto a repetir... Se Maumé não vai à montanha, a montanha vai a Maumé....
E volto a repetir... Se Maumé não vai à montanha, a montanha vai a Maumé....
sábado, novembro 3
Soulmate
Escrevo-te pelo nada e pelo tudo... Pelo frio e pelo calor. E tu sabes disso. Sabes que não preciso de uma razão específica para te escrever, para te falar, para te abraçar, aconselhar, ouvir... Não permito que nem um ponto e virgula te magoe, te mate ou até que te tire de mim. Porque tu sabes... És das coisas mais importantes que tenho em mim.
sexta-feira, novembro 2
Se a montanha não vai a Maomé, vai Maomé à montanha.
"I
finished crying in the instant that you left
And I can't
remember where or when or how
And I banished every memory you and I had ever made
But
when you touch me like this
And you hold me
like that
I just have to
admit
That it's all
coming back to me"
terça-feira, outubro 30
Quem me leva aos meus fantasmas.
17h54:
Perdi-me na imensidão das palavras. Fiquem sem o poder de ser capaz de me controlar.
18h00:
Avó... Vó... Vóvó... Vóó...
18h23:
Não sei controlar a ansiedade e nervosismo ou qualquer outro sentimento que sempre me foi difícil de suportar, ponto. Já não sei. Dói-me tudo. Dói-me cá dentro por não estar a fim de controlar o meu próprio corpo, essências, cheiros, aromas. Dói-me por não estares cá para o fazeres por mim, para não me emprestares um lenço teu. Por já não poder mudar de quarto a meio da noite, mesmo que o faça agora, sentir-me-ia completamente sozinha. Preciso de ti e dos teus avisos. Das tuas histórias, de tudo. Não sei se reparas-te, mas esta dor alastra-se cada vez mais, e o tempo parece parar do nada... Esse nada, esse vazio...
segunda-feira, outubro 29
Aromas infiltrados na minha alma.
Deparei-me
com uma folha limpa no chão, e rapidamente debrucei-me para a apanhar
lembrando-me que ainda não escrevi hoje. Pequei nela e comecei por “Nada me
ocorre para começar a escrever”. Nunca foi fácil, para mim, começar. Então,
lembrei-me de ti, e do teu jeito ridículo de saberes exactamente ao pormenor
como me fazer feliz. Admirável o facto de a minha auto-estima estar a aumentar
e nem tempo ter, sequer, para pensar em lamentações. E ainda bem.
Sinto o teu cheiro na minha
camisola. Cheiro-a vezes e vezes seguidas e perco a conta da tinta que já
gastei a escrever o teu nome. E tão agradável que é, sentir-te comigo a todos
os segundos do dia e saber que estás aqui, para o que der e vier.
Com muito e muito amor, Manuela.
domingo, outubro 28
terça-feira, outubro 23
"National Anthem"
Não me largues agora, não me deixes sequer
agarrar-me a outro tipo de droga, senão o teu amor. É o que te peço mais, não
me deixes voltar a fazê-lo para que não caia no meio do chão por falta de amor.
Não me deixes cair no precipício outra vez. E eu sinto-te comigo, sinto a
brisa de quem nunca irá embora. Sinto o teu cheiro e reflicto. E se alguma vez a tristeza cair em mim, nunca te esqueças
que, por mais ruas que percorra, sou sempre tua.
quinta-feira, outubro 18
"Você me dá contrações ventriculares prematuras"
E cá me
encontro, novamente, a escrever-te. Tenho feito disto a minha rotina, uma das últimas
coisas na minha lista a fazer antes de me deitar por baixo dos lençóis gélidos.
E mesmo mudando um pouquinho a minha rotina, escreveria para ti da mesmíssima forma,
e relembrar-me-ia de o fazer à mesma. E ando à nora para não sair porta fora e
encontrar-me contigo às tantas da noite só para te ouvir a falar de coisas sem
sentido. Porque, basicamente, nós somos assim, meu amor. Desnorteados pelo carinho que nos
rodeia.
Tua,
Manuela.
quarta-feira, outubro 17
terça-feira, outubro 16
Encaixas-me que nem um puzzle
Querido Miguel,
Pergunto-me onde te encontras
neste exacto momento, o que te possui a alma e o que desejavas que não rondasse
por aí. Questiono-me também, como sempre, se existirá alguma forma de sentires
orgulho em mim, e naquilo que sou. Não que o mundo seja tão injusto ao ponto de
não ser prático e fácil, – porque tanto tu, como eu, sabemos que sorrisos difíceis
de se formarem são os mais bonitos e agradáveis – mas tu sabes perfeitamente
que é difícil de alguém sentir orgulho de uma pessoa como eu. E essas
reticências matam-me o silêncio das noites, os intervalos das falas.
Queria poder escrever-te mais
vezes. Queria poder amar-me a mim o tanto que te amo a ti. Queria muito ter-te
escrito faz tanto tempo. Eu queria… E sabes, tão bem, que quando não tenho nem
um ponto de inspiração, tudo se torna incómodo à minha volta. Tento pensar em
algo que me fascine – tu – e mesmo assim acho que, às vezes, esgoto muitas das
palavras que conheço. Tenho um certo medo de te falar repetidamente dos meus
sonhos, dos meus fracassos, e enfim, de tudo o que aparece de repente no meu
dia.
E, por vezes, a imaginação passa
por mim, entranha-se na minha memória, e foge como se tivesse que estar noutro
lugar aquela precisa hora. Tudo aquilo que te digo, nem sendo metade do que
sinto, chamo-lhe de vírgulas. Uma vírgula aqui, uma vírgula ali, uns pontos no
fim do mundo e consigo, certamente, escrever-te algo com nexo. E as minhas
cartas, quando se dirigem a alguém como tu, mas não melhor, geralmente
interpreto-as “sem cor”. Isto porque estou tão habituada a escrever por desejo
ou tentação, por querer e não ter. E agora não. Mas digo-te mais. O que tu me
dás, preenche-me tanto os dias, que nem tempo tenho para pensar sequer numa
possível lamentação.
Desculpa o desabafo, meu amor. Um
beijo.
sábado, outubro 13
Blue Jeans
Continuas o melhor. Já não és tristeza nem lamentação minha. Sem arrependimentos, olho-te, e não imploro nada secretamente, não suspiro nem conto a minha respiração. No final das contas, o que era mais difícil para mim - transformar o que era amor incondicional, em boa memória e uma óptima amizade sólida - acabou por ser bastante possível e realizável. Estou aqui para ti, sem nada para te dar senão a retribuição de tudo o que me forneceste. Tão simples quanto isso, como nunca foi.
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