Vivo das palavras inconscientes, secretas e invisíveis. Louca por cada detalhe teu. Sou eu... Sou eu, em ti. E não me descreveria melhor.

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terça-feira, outubro 30

Quem me leva aos meus fantasmas.

17h54:
Perdi-me na imensidão das palavras. Fiquem sem o poder de ser capaz de me controlar.
18h00:
Avó... Vó... Vóvó... Vóó... 
18h23:
Não sei controlar a ansiedade e nervosismo ou qualquer outro sentimento que sempre me foi difícil de suportar, ponto. Já não sei. Dói-me tudo. Dói-me cá dentro por não estar a fim de controlar o meu próprio corpo, essências, cheiros, aromas. Dói-me por não estares cá para o fazeres por mim, para não me emprestares um lenço teu. Por já não poder mudar de quarto a meio da noite, mesmo que o faça agora, sentir-me-ia completamente sozinha. Preciso de ti e dos teus avisos. Das tuas histórias, de tudo. Não sei se reparas-te, mas esta dor alastra-se cada vez mais, e o tempo parece parar do nada... Esse nada, esse vazio...

4 comentários:

Ana disse...

o meu também :o

Tanara Adriano disse...

linda postagem*
linda voce*

Ana disse...

Eu até gosto de coincidências :)

Marcela disse...

Obrigada pela sugestão ;)