Vivo das palavras inconscientes, secretas e invisíveis. Louca por cada detalhe teu. Sou eu... Sou eu, em ti. E não me descreveria melhor.

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sexta-feira, novembro 16

Hit the lights, lose yourself tonight

                Escrevi-te tanto e nem metade sou capaz de te mostrar… Tenho tanta coisa entalada e nem um quarto de palavras tenho a liberdade de as deixar ir embora.
            Um dia escrevo-te uma carta… Não de despedida porque cartas de despedida comigo não resultam e tal já foi provado tantas vezes. Bem, um dia escrevo-te uma. Deixo-a ir com as marés da praia onde mais frequento e espero que este sufoco me deixe. Mas sabes… Eu, por mais sufocada que estivesse, acho que nunca chegaria perto de ti e descreveria o que todas as cartas contêm. Nunca fez parte de mim, e acho que nunca fará.
                Deixar-me-ei de rodeios. Eu não deixei que o Sol brilhasse mais na nossa rua. E quando a chuva vem… Quando a chuva vem, é difícil trazer novamente um Sol reluzente. Porque o meu organismo e o meu corpo, talvez não sejam suficientemente fortes para tal. A nossa rua escureceu ao fim da tarde, e não há maneira para que o Sol renasça nela. I wish it was..

3 comentários:

Ana disse...

De nada querida<3

marta amaral* disse...

gostei muito do teu blog! vou seguir *

Vanessa Silva disse...

obrigado querida *-*